segunda-feira, 14 de dezembro de 2015

livro Babili

A libertação do povo judeu na Babilônia


autor: Palminha
psicografia: Jairo Avelar
Editora: Itapuã Editora e Gráfica
2ª edição, ano 2011
331 páginas

 A saga do povo persa em conquistas de povos e territórios.
Análise de trechos
1º trecho
  “Infelizmente, ainda falta para muitos espíritas a consciência da importância da Evangelização Infantil. Alguns males crônicos que testemunhamos têm o remédio na terapêutica de base, desde os dias mais tenros da infância.”(pág. 40)

Essas conceituações alinham-se com o que diz Allan Kardec, em sua Viagem Espírita 1862:
 "É notável que as crianças educadas nos princípios espíritas desenvolvem um raciocínio precoce que as torna infinitamente mais fáceis de governar; vimos muitas delas, de todas as idades e de ambos os sexos, nas diversas famílias espíritas em que fomos recebidos, onde pudemos constatar o fato pessoalmente. Isto nem lhes tira a alegria natural, nem a jovialidade; nelas não existe essa turbulência, essa obstinação, esses caprichos que tornam tantas outras insuportáveis; pelo contrário, revelam um fundo de docilidade, de ternura e de respeito filial que as leva a obedecer sem esforço e as torna mais estudiosas. Foi o que pudemos notar, e essa observação é geralmente confirmada. Se pudéssemos analisar aqui os sentimentos que essas crenças tendem a desenvolver nas crianças, facilmente conceberíamos o resultado que devem produzir."

Parâmetro verificador - O caráter moral
 “Estudando-se cuidadosamente o caráter dos Espíritos que se apresentam, sobretudo do ponto de vista moral, reconhecem-se-lhes a natureza e o grau de confiança que devem merecer. O bom senso não poderia enganar”. (O Livro dos Médiuns, 267, nº 25)

COMENTÁRIO: a conceituação do autor espiritual Palminha é concorde com a importância que o Codificador dava à evangelização dos lares espíritas.

2º trecho
  “Ninguém e nada passa despercebido ou incólume diante dos códigos sutis das Leis Divinas sem que haja uma profunda movimentação consciencial. Tolos são os que, acreditando que a vida tem seu fim na sepultura, julgam-se impunes ou superiores ao tempo. Infelizes são os que acreditam que os pomposos cortejos fúnebres, ornamentados de ricas corbeilles, e os maravilhosos mausoléus lhes servirão de passaporte para as regiões de ventura. Pobres coitados, são dignos de dó, pois ao terminarmos a experiência física, retiramo-nos do cenário passageiro vivido em realidades transitórias e imaginárias e adentrados inapelavelmente o mundo das verdades reais, onde passa a prevalecer apenas a individualidade em sua nudez consciencial, o ser em si.”(pág. 160)

Na página seguinte, o espírito autor prossegue em sua conversação com um auxiliar mais próximo
  -“É, meu caro Gávio, a vida é um exercício contínuo de responsabilidade!
  - Sim, meu querido irmão, as vidas se sucedem umas após as outras. Mudamos de corpo, alteramos nossos nichos sociais e efetivamos intercâmbio pelos laços benditos do parentesco, que nos reaproximam. Viajamos lépidos como o próprio vento assoprando de quando em quando em variadas direções, entretanto, por mais que se multipliquem as viagens, não temos como deixar para trás as bagagens que constituímos no decurso do tempo e permanecem guardadas reservadamente nos maleiros da consciência”. (pág. 161)

Comparamos-lhe os conceitos de consciência com o que vem exarado no livro ‘Momentos de Consciência’, de Joanna de Ângelis, espírito especialista em psicologia espírita:
 O momento da conscientização, isto é, o instante a partir do qual consegues discernir com acerto, usando como parâmetro o equilíbrio , alcanças o ponto elevado na condição de ser humano.
 Se analisarmos a conduta de um especialista em problemas respiratórios que conhece intelectualmente os danos provocados pelo tabagismo, pelo alcoolismo e por outras drogas aditivas, e que, apesar disso, usa ele próprio, qualquer um desses flagelos, eis que ainda não logrou a conquista da consciência. (psicografia de Divaldo Pereira Franco, p.7)

Parâmetro Verificador - Linguagem digna e elevada
 “Os Espíritos superiores usam sempre de uma linguagem digna, nobre, elevada, sem eiva de trivialidade; tudo dizem com simplicidade e modéstia, jamais se vangloriam, nem se jactam de seu saber, ou da posição que ocupam entre os outros.” (O Livro dos Médiuns, Allan Kardec, item 267, nº 4)

COMENTÁRIO: O espírito autor de ‘Babili’ discorreu sobre uma necessidade reconhecida no Espiritismo: adquirirmos consciência.

3º trecho
  “Até não mais restar uma pedra psíquica de suas construções sombrias, certamente muitas lágrimas e dores ainda permeariam a vida daqueles homens, agindo para que a paz e a harmonia universal fossem reconstruídas. Esse cenário foi campo de duríssimas provas para o povo judeu, que aí sorveu cálices amaríssimos, subjugado a duros resgates expiatórios e submetido a duras provas. Um sem-número de companheiros aproveitou bem esses momentos, e a grande maioria recebeu a outorga para o devido retorno ao plano de origem”(pág. 203)

  Busquemos o que afirma Emmanuel, a respeito das raças de capelinos que vieram reencarnar no nosso planeta:
  As tradições do paraíso perdido passaram de gerações a gerações, até que ficassem arquivadas nas páginas da Bíblia.
  Com essas entidades, nasceram no orbe os ascendentes das raças brancas: formaram desse modo o grupo dos árias, a civilização do Egito, o povo de Israel e as castas da Índia.
  Grande percentagem daqueles Espíritos rebeldes, com muitas exceções, só puderam voltar ao país da luz e da verdade depois de muitos séculos de sofrimentos expiatórios. (livro A Caminho da Luz, Emmanuel, psicografia de Francisco Cândido Xavier, p.37-8)

Parâmetro verificador – Fidelidade aos princípios espíritas
“Eis, porque, repito, é necessário que saibamos distinguir aquilo que a doutrina espírita aceita daquilo que ela repudia.” (Allan Kardec, Viagem Espírita em 1862)

COMENTÁRIO CONCLUSIVO:
Os conceitos exarados no livro Babili não se indispõem perante os princípios espíritas.



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