sexta-feira, 30 de março de 2018

Conhecer a si mesmo


    Emmanuel sugere um modo de conhecermos um pouco mais a nós mesmos.
    Sabemos que o Espiritismo faz sugestões práticas para a nossa construção de metodologia nesse sentido. Desde O Livro dos Espíritos, que todos nós sabemos como  sentarmo-nos à cama antes de dormir, e conseguimos que nossa consciência nos auxilie a verificar nos atos do dia, onde faltamos com um dever, e se alguém tem alguma queixa contra nós. Mas sempre vale a pena você ler novamente as recomendações do espírito Santo Agostinho, na questão 919 do primeiro livro fundamental da doutrina espírita.

    O tema das tentações foi muito bem estruturado em O Evangelho segundo o Espiritismo, capítulo 28, Coletânea de preces espíritas, onde Allan Kardec nos esclarece que pensamentos maus provêm de nossas própria alma, ou de funestas influências que se estejam exercendo sobre nós, mas sempre denotando a fraqueza de nossa imperfeição que permitiu a sintonia.
  No livro ‘Caminho, Verdade e Vida’ psicografado por Francisco Cândido Xavier, Emmanuel nos recorda que “as tentações não procedem da Paternidade Celestial.” Auxilia-nos o autor espiritual, a compreender os conceitos de tentação e atração: “ser tentado é ouvir a malícia própria”.
    E recebemos, nesse texto, a dica de Emmanuel sobre conhecermos um pouco mais a nós mesmos – basta observarmos ao final do dia, o que nos atraiu entre situações e coisas.
    “Recorda-te de que cada dia tem situações magnéticas específicas. Considera a essência de tudo o que te atraiu no curso das horas e eliminarás os males próprios, atendendo ao bem que Jesus deseja.”



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