quarta-feira, 20 de abril de 2016

Lafontaine



   Charles Leonard Lafontaine (1803-1892) em Vendôme, França e morreu em Genebra, Suiça, em 1892. Participou da segunda geração de magnetizadores juntamente com o Barão du Potet, Aubin Gautier, Charpignon e Foissac. Descendia de uma família de escritores, mas só se tornou conhecido nesta arte quando interessou-se pelos temas do magnetismo animal. Estudou as obras do Marquês de Puységur e de Deleuze e permitiu-se magnetizar para observar os efeitos salutares sobre seu corpo. Havendo detectado alterações do seu estado normal, resolveu dedicar-se à prática de cura magnética.
   Publicava em Genebra, um jornal intitulado “Le Magnetiseur”. Em 1847 escreveu uma autobiografia e “L´art de magnétiser”, contendo resumos de suas observações.
   Foi uma grande sensação em Londres, quando magnetizou um leão no Jardim Zoológico. Em 1841, assistindo uma das demonstrações públicas de magnetismo, o médico inglês James Braid, de Manchester, surpreso com as habilidades e os resultados alcançados pelo magnetizador Charles Lafontaine, interessa-se pelo assunto fazendo surgir o hipnotismo. Foi nesse ano que Lafontaine realizou diversas experiências com o intuito de provar os efeitos magnéticos sobre as plantas. Após acercar-se de um gerânio que estava morrendo, o magnetizou conseguindo revivê-lo. Estimulou o crescimento da planta e a fez florescer com mais abundância do que os outros gerânios que ali estavam plantados.
   Contribuições de Lafontainne: publicou uma tabela com 48 tipos de doenças físicas e mentais acompanhados de taxa de cura ou melhora considerável da maioria dos casos atendidos.

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