quinta-feira, 14 de setembro de 2017

Sensações e percepções dos médiuns passistas

Levantamentos efetuados por meio de perguntas e respostas permitem estabelecer listagens do que sentem e percebem os médiuns passistas.
Entre os itens colhidos encontram-se:
calor, frio, aumento corporal (ballonement), bocejo, sonolência, zumbido nos ouvidos, entorpecimento, enfraquecimento, tontura, ardência nos olhos, arrepios, formigamento em partes do corpo, peso nos braços ou pernas, aceleração dos batimentos cardíacos, odores, intuição sobre saúde do paciente, intuição sobre onde posicionar as mãos, frio entrando nas mãos, paz, tranquilidade, amor, gratidão, emotividade com lágrimas, indiferença, alegria, tristeza, campo energético frio, campo energético aquecido, sentir o limite da psicosfera densa, sentir o pulsar energético, sentir uma bola entre as mãos, uma multidão de 'formiguinhas' saindo das mãos, vertigem ao tocar o paciente, ver cores azul e verde nas próprias mãos, sentir dores no próprio corpo, enjoo, visualizar a cabeça expandida do paciente, identificar presença de desencarnados, identificar presença de mentores, imagens de pessoas e lugares, ter semi-passividade.
Conforme assinala Allan Kardec:
 "Compete ao observador formar o conjunto, com o auxílio dos documentos recolhidos de diferentes lados, colecionados, coordenados e confrontados entre si." (Obras Póstumas de Allan Kardec)
Também indica Allan Kardec, a respeito dos fenômenos corriqueiros presentes às atividades espíritas:
  "Aos olhos do observador atento e assíduo surgem eles (os fatos) inumeráveis (...)" (O Que é o Espiritismo, Allan Kardec)
  Natural que todos nós espíritas consideremos, com Allan Kardec, que a ciência espírita tem continuidade infinita, correspondendo a cada um quinhão de participação em sua progressividade, seja produzindo os estudos sérios e as pesquisas, seja colaborando na formação das respostas:
  "A mediunidade é o meio direto de observação - que se nos permita esta comparação - é o instrumento de laboratório pelo qual a ação do mundo invisível se traduz de maneira patente; e, pela facilidade que nos dá de repetir as experiências, nos permite estudar o modo e as nuanças dessa ação; foi do estudo e das observações que nasceu a ciência espírita."
  Cabe-nos coligir mais dados no laboratório do centro espírita onde a experiência da aplicação do passe se repete permanentemente, e em seguida, buscar a descoberta dos fatores preponderantes em cada uma daquelas sensações e percepções, e quais indicativos poderão ser conclusivos.
  É certamente um trabalho imenso, que se encontra à nossa espera desde que, há 150 anos os centros espíritas iniciaram-se na aplicação do passe. É uma tarefa nossa, espíritas encarnados:
  "Os Espíritos não vêm libertar o homem do trabalho, do estudo e das pesquisas; não lhe trazem nenhuma ciência pronta; naquilo que pode achar por si mesmo, eles o deixam às suas próprias forças." (Revista Espírita, abril de 1866, Allan Kardec)

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