quarta-feira, 25 de abril de 2018

Diversidade de dons

   Texto de número 4, entre as 180 reflexões do livro Fonte Viva, de Emmanuel.

  
   “Ora, há diversidade de dons, mas o Espírito é o mesmo”. – Paulo, I CORINTIOS 12:4.

   O administrador, o servidor, o rico e o pobre, o forte e o fraco, o sábio e o aprendiz, o são e o doente comparecem, na conceituação do texto, com oportunidades especiais para o “engrandecimento comum de sabedoria e de amor”.
   Emmanuel sempre apresenta surpresas conceituais. Observe o que ele aduz a respeito das possibilidades do doente:

O doente, com mais segurança, pode plasmar as lições da paciência no ânimo geral.  

 Conscientemente, estamos diuturnamente habilitados a considerar exatamente desta forma? Ou seja, quando adoentados, vivemos em sua totalidade a sugerida lição de paciência, ou ao menos nos iniciamos decisivamente nesse aprendizado?
   Muito provavelmente a resposta da maioria de nós é ‘não’.
   É muito comum, aliás, que a leitura dos textos de Emmanuel em livros como Fonte Viva, Vinha de Luz e outros, nos ensejem, por hábito de menor aproveitamento, apenas admiração pelo autor e pela estruturação da conceituação que nos é oferecida, sem que nos empenhemos em praticar, durante a própria leitura, a edificação de renovação que nos é propiciada.
   Vejamos como o autor espiritual nos inclina ao discernimento, após listar as chances de ação no bem caracterizadas pelas circunstâncias vivenciais listadas acima:

   Os dons diferem, (...) mas a capacidade é fruto do esforço da cada um, (...) e o Espírito Divino que sustenta as criaturas é substancialmente o mesmo.

   E concluindo suas afirmações, Emmanuel aconselha:

Coloca a Vontade Divina acima de teus desejos, e a Vontade Divina te aproveitará.
  
   Quer nos parecer, neste momento, que nosso interesse buscará situar-se em descobrir como colocar a Vontade de Deus acima dos nossos desejos. Estudemos mais Emmanuel, no afã de conhecer tal metodologia.

   

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